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Rota das Amendoeiras

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Já com longa tradição no Douro, a CP vai em breve reeditar

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EDP avança com 3 novas travessias sobre o rio Sabor

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A EDP vai avançar até à Primavera com a construção de três travessias

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Formação de gelo é o maior perigo nas estradas

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A formação de gelo nas estradas é dos maiores perigos

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Aposta na festa da amendoeira em flor só com retorno económico

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O presidente da câmara de Mogadouro admitiu hoje que

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Drenagem interrompe acesso à Zona Industrial

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A Câmara de Mogadouro vai retomar as obras no novo acesso à zona industrial, a partir de Março.

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Workshop de Poda

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No âmbito de um projecto para a recuperação de aves rupícolas

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Unidades de saúde de Bragança dispensam 179 médicos e técnicos

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179 pessoas com contratos de prestação de serviços nos centros de saúde do distrito de Bragança

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Bragança: PCP ao lado dos jornalistas

O PCP divulgou uma carta onde apoia os jornalistas na defesa dos seus direitos por uma vida melhor.

Segundo o PCP, a situação actual da comunicação social tem estado em destaque pelo conhecido número de casos que indiciam tentativas de condicionamento da actividade por parte do poder político. No entanto, esta situação, sendo condenável, não pode esconder uma outra realidade: a de milhares de jornalistas, em todo o país, incluindo Bragança, que vivem na precariedade, sujeitos ao despedimento, desregulamentação de horários, baixos salários...

Tal é resultado, na opinião do PCP, do agravamento das condições de trabalho dos jornalistas, da aplicação do actual Estatuto do Jornalista e do processo crescente de concentração dos diferentes órgãos de comunicação social nas mãos de grupos económicos que procuram o lucro e a instrumentalização da comunicação social em função de interesses.

“Se há medo nas redacções, se há tentativas de condicionamento das opiniões dos jornalistas, se há perseguições a quem for sindicalizado ou manifestar opiniões diferentes da administração, então é porque a comunicação social está longe do pluralismo e isenção que a democracia exige”.

O PCP propõe a melhoria das condições de trabalho dos jornalistas através da revisão do seu estatuto. O combate à precariedade com a melhoria dos salários e o respeito pelos seus princípios éticos e deontológicos. A defesa da independência dos órgãos de comunicação face ao poder económico, impedindo a concentração monopolistas de empresas de comunicação social, e a promoção do pluralismo e de um sector publico de comunicação social, são outras das propostas.

O PCP alerta ainda que nada nem ninguém pode impedir os jornalistas de se organizarem, de reivindicarem e exigirem a efectivação dos seus direitos. A luta pela dignificação da profissão de jornalista é também uma luta pela liberdade e pela democracia.

Pela lei são jornalistas aqueles que como ocupação principal, permanente e remunerada, exercem funções de pesquisa, recolha, selecção e tratamento de factos, notícias ou opiniões, através de texto, imagem ou som, destinados a divulgação informativa pela imprensa, por agência noticiosa, pela rádio, pela televisão ou por outra forma de difusão electrónica.